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<blockquote data-quote="floripa" data-source="post: 401992" data-attributes="member: 378"><p>A Engesa é um caso paradigmático.</p><p></p><p>Final do regime militar, democratização, políticos que chegam ao poder sem a devida bagagem, guardando muitas vezes raiva (revanchismo) com os antigos detentores de poder.</p><p></p><p>Acresça a isso hiperinflação, péssimo gerenciamento econômico, populismo legiferante e intervenção na iniciativa privada (olho, sou de esquerda e sempre fui pró-democracia). </p><p></p><p>Imaginemos ainda que em 1.985, quando da redemocratização, nosso parque industrial do complexo militar tinha forte participaçaõ econômica, um dos oito maiores exportadores nesta área militar (cito de cabeça, sem pesquisar). A Guerra Irã Iraque ainda existia e éramos fortes competidores no mercado árabe. A guerra fria prometia um mercado para a indústria bélica brasileira, que era confiável e com bom pós-venda.</p><p></p><p>Surge a redemocratização. A simbiose complexo industrial militar/encomendas estatais, desaparece. Pior, a situação é piorada por pressões externas que põe em xeque boa parte dos projetos então encaminhados, que sofrerão desfalques gravíssimos (AMX e a negação do canhão vulcan e o Submarino Nuclear de Ataque) ou morrerão, por todos os motivos acima delineados: especificamente, falo do Osorio, feito para disputar o mercado árabe.</p><p></p><p>O forista AMX poderá falar mais e melhor, mas acho que o Exército Brasileiro preferiria um MBT mais ligeiro e ágil, como o Tamoyo , da fábrica Bernardini, com canhão de 105 mm e peso ao redor das 35 toneladas. O projeto para o EB do Osório seria com um L7 e peso inferior a 42 toneladas, se não me engano.</p><p></p><p>Mas o Osório disputa com galhardia as provas na Arábia Saudita, classificando-se para a etapa final à companhia do M1. Caem os concorrentes frances e inglês, antes.</p><p></p><p>Claro, podemos dizer que os sauditas, notórios comerciantes, tenham usado tal certame como pretexto para pressionar os americanos, ainda seu principal provedor. Mas o certo é que o Osório sobreviveu, em uma etapa primeira, aos competidores europeus, prova que qualidades tinha.</p><p></p><p>Então chegamos ao início da década de 90. A Engesa perdeu a concorrência. Projetos excelentes, contemporâneos ao Osório, não tiveram o desenvolvimento necessário (cito o Sucuri II, um excelente caça=carros, por exemplo). Por outro lado, a linha antiga já mostrava sinais de envelhecimento (Cascavel e Urutu).</p><p></p><p>O Estado Brasileiro, com gravíssimos problemas econômicos (default e revanchismo com a indústria bélica), ignora uma empresa que era sim ESTRATÉGICA.</p><p></p><p>Resultado ? Falência (quebra por inadimplência), sem que encomedas mínimas, que garantissem sua sobrevivência, fossem feitas pelo Estado.</p><p></p><p>Não nos recuperamos ainda. A Avibrás, fabricante do Sistema Astros 2, quase morreu, por exemplo. Pouco do que exportamos corresponde à indústria bélica.</p><p></p><p>Foi um dos maiores preços que o neoliberalismo nos cobrou, junto com a falta de inteligência da nossa liderança política.</p><p></p><p>----------------------------------------------------------------</p><p></p><p>A Embraer, que era estatal, foi privatizada e sobreviveu. Houve melhoria na gerência, tendo ela enriquecido. Mas consta que a FAB ainda tem fortes queixas e desconfianças da mesma (lembro do FX e a pressão e o lobby em prol do Mirage 2.000, que nunca foi o favorito da Força Aérea).</p><p></p><p>---------------------------------------------------------------------</p><p></p><p>Economicamente, vivemos tempos melhores. Temos reservas internacionais na faixa dos 180 mil millones de dolares, por exemplo. O saldo comercial de 2.007 foi de aproximadamente 40 mil millones de dolares, prevendo-se na pior hipótese que neste ano fique em 25 mil millones de palos vierdes. </p><p></p><p>A liderança atual é desenvolvimenta, com visão estratégica. Petrobrás, por exemplo, não será privatizada.</p><p></p><p>Mais especificamente, o BNDES tem programas específicos para a área de defensa, com créditos e verbas. Pretende-se uma melhoria tributária neste campo, algo que deve ser aprimorado.</p><p></p><p>E<strong>m suma, creio que a história não se repetirá como farsa .</strong>..</p><p></p><p>Um projeto como o C 390, se considerado estratégico, poderá ter o desenvolvimento garantido, ainda mais se empresas gabaritadas (LMSAA, ENAER, DENEL, etc), participarem do mesmo. Se os governos destas empresas decidirem realizar compras (Argentina, Chile e Turquia, por exemplo; os sul-africanos deverão se restringir ao A 400), melhor ainda ...</p><p></p><p>Saludos cordiales, floripa.</p><p></p><p>PS - sorry por no escribir en español. :( :( </p><p>PS 1 - hay traductores automáticos, en la web (Babel ?). Mis conocimentos en internet no me permiten bajar (download) el software. <img src="/foros/styles/default/xenforo/smilies/eek.png" class="smilie" loading="lazy" alt=":eek:" title="Eek! :eek:" data-shortname=":eek:" /> </p><p>PS 3 - sorry también por la nostalgia e tristeza, por relembrar as oportunidades perdidas ...</p></blockquote><p></p>
[QUOTE="floripa, post: 401992, member: 378"] A Engesa é um caso paradigmático. Final do regime militar, democratização, políticos que chegam ao poder sem a devida bagagem, guardando muitas vezes raiva (revanchismo) com os antigos detentores de poder. Acresça a isso hiperinflação, péssimo gerenciamento econômico, populismo legiferante e intervenção na iniciativa privada (olho, sou de esquerda e sempre fui pró-democracia). Imaginemos ainda que em 1.985, quando da redemocratização, nosso parque industrial do complexo militar tinha forte participaçaõ econômica, um dos oito maiores exportadores nesta área militar (cito de cabeça, sem pesquisar). A Guerra Irã Iraque ainda existia e éramos fortes competidores no mercado árabe. A guerra fria prometia um mercado para a indústria bélica brasileira, que era confiável e com bom pós-venda. Surge a redemocratização. A simbiose complexo industrial militar/encomendas estatais, desaparece. Pior, a situação é piorada por pressões externas que põe em xeque boa parte dos projetos então encaminhados, que sofrerão desfalques gravíssimos (AMX e a negação do canhão vulcan e o Submarino Nuclear de Ataque) ou morrerão, por todos os motivos acima delineados: especificamente, falo do Osorio, feito para disputar o mercado árabe. O forista AMX poderá falar mais e melhor, mas acho que o Exército Brasileiro preferiria um MBT mais ligeiro e ágil, como o Tamoyo , da fábrica Bernardini, com canhão de 105 mm e peso ao redor das 35 toneladas. O projeto para o EB do Osório seria com um L7 e peso inferior a 42 toneladas, se não me engano. Mas o Osório disputa com galhardia as provas na Arábia Saudita, classificando-se para a etapa final à companhia do M1. Caem os concorrentes frances e inglês, antes. Claro, podemos dizer que os sauditas, notórios comerciantes, tenham usado tal certame como pretexto para pressionar os americanos, ainda seu principal provedor. Mas o certo é que o Osório sobreviveu, em uma etapa primeira, aos competidores europeus, prova que qualidades tinha. Então chegamos ao início da década de 90. A Engesa perdeu a concorrência. Projetos excelentes, contemporâneos ao Osório, não tiveram o desenvolvimento necessário (cito o Sucuri II, um excelente caça=carros, por exemplo). Por outro lado, a linha antiga já mostrava sinais de envelhecimento (Cascavel e Urutu). O Estado Brasileiro, com gravíssimos problemas econômicos (default e revanchismo com a indústria bélica), ignora uma empresa que era sim ESTRATÉGICA. Resultado ? Falência (quebra por inadimplência), sem que encomedas mínimas, que garantissem sua sobrevivência, fossem feitas pelo Estado. Não nos recuperamos ainda. A Avibrás, fabricante do Sistema Astros 2, quase morreu, por exemplo. Pouco do que exportamos corresponde à indústria bélica. Foi um dos maiores preços que o neoliberalismo nos cobrou, junto com a falta de inteligência da nossa liderança política. ---------------------------------------------------------------- A Embraer, que era estatal, foi privatizada e sobreviveu. Houve melhoria na gerência, tendo ela enriquecido. Mas consta que a FAB ainda tem fortes queixas e desconfianças da mesma (lembro do FX e a pressão e o lobby em prol do Mirage 2.000, que nunca foi o favorito da Força Aérea). --------------------------------------------------------------------- Economicamente, vivemos tempos melhores. Temos reservas internacionais na faixa dos 180 mil millones de dolares, por exemplo. O saldo comercial de 2.007 foi de aproximadamente 40 mil millones de dolares, prevendo-se na pior hipótese que neste ano fique em 25 mil millones de palos vierdes. A liderança atual é desenvolvimenta, com visão estratégica. Petrobrás, por exemplo, não será privatizada. Mais especificamente, o BNDES tem programas específicos para a área de defensa, com créditos e verbas. Pretende-se uma melhoria tributária neste campo, algo que deve ser aprimorado. E[B]m suma, creio que a história não se repetirá como farsa .[/B].. Um projeto como o C 390, se considerado estratégico, poderá ter o desenvolvimento garantido, ainda mais se empresas gabaritadas (LMSAA, ENAER, DENEL, etc), participarem do mesmo. Se os governos destas empresas decidirem realizar compras (Argentina, Chile e Turquia, por exemplo; os sul-africanos deverão se restringir ao A 400), melhor ainda ... Saludos cordiales, floripa. PS - sorry por no escribir en español. :( :( PS 1 - hay traductores automáticos, en la web (Babel ?). Mis conocimentos en internet no me permiten bajar (download) el software. :o PS 3 - sorry también por la nostalgia e tristeza, por relembrar as oportunidades perdidas ... [/QUOTE]
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