Tropas das forças armadas da China, Rússa e Mongólia estão conduzindo o exercício Cooperação em Defesa da Fronteira 2025, marcando a primeira vez que os três países organizaram o envio de suas forças para uma região de fronteira tripartite. Fortalecidos pela estreita relação entre as três nações, os exercícios militares, realizados perto da cidade de Manzhouli, visam fortalecer a coordenação e combater ameaças à segurança da fronteira, demonstrar cooperação e aprofundar laços.

Seguindo informações divulgadas pelo Centro de Mídia do Exército de Libertação Popular (ELP), as forças militares estabeleceram um posto de comando combinado em território chinês, onde realizaram tarefas e missões que vão da coordenação ao planejamento de ataques, testando um novo modelo de cooperação em defesa de fronteira.

Além disso, as atividades se concentraram em questões relacionadas ao combate ao terrorismo, uma ameaça moderna e crescente que afeta os três países e suas fronteiras. Tanto a China quanto a Rússia possuem vasta experiência no combate ao terrorismo, fato que se consolidou ao longo do tempo por meio de diversos exercícios específicos para lidar com essa ameaça. Sob essas premissas, a Mongólia participa dessas atividades combinadas para aprimorar sua capacidade de resposta antiterrorista, garantindo também uma coordenação eficaz entre suas forças militares e de segurança.

Em relação aos meios militares participantes dos exercícios, um vídeo publicado pelo China Bugle na plataforma Weibo mostra a presença de veículos blindados sobre rodas, mas sobretudo de sistemas não tripulados, entre outros, considerando que a tecnologia está ao alcance de organizações terroristas. No entanto, seu uso também anda de mãos dadas com a capacidade que a alta tecnologia proporciona para o patrulhamento e controle de fronteiras, economizando recursos humanos e materiais, otimizando os recursos humanos e permitindo que se concentrem em outras tarefas, como realizar essa tarefa com maiores margens de segurança.

Por fim, é importante mencionar que essas manobras ocorreram logo após uma reunião trilateral entre os líderes da China, Rússia e Mongólia, em Pequim, em 2 de setembro, no âmbito da cúpula da OTSC. Nesse contexto, Xi Jinping enfatizou a necessidade de consolidar a confiança política, fortalecer a coordenação estratégica e aprofundar a cooperação entre os três países.

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